terça-feira, 22 de maio de 2007

3ª aula

Há algumas classes de sistemas a conhecer que possuem aplicações específicas, para se adequarem às diferentes necessidades dos usuários e/ou organizações. Entre elas podemos citar: Sistema Especialista ou baseado em regras, Sistema Multiagente, ERP (Enterprise Resource Planning) e CRM (Customer Relationship Management).
O Sistema Especialista representa um conjunto de programas baseados em regras pré-determinadas para cada novo dado inserido. Estas regras são ditadas por um ou mais fatores condicionantes. O desenvolvedor conta – geralmente – com o auxílio de uma pessoa com profundo conhecimento do sistema desejado, para dar credibilidade aos resultados gerados. Além disso, esta pessoa pode vir ajudar a alterar ou atualizar as regras de acordo com a necessidade. Este sistema possui um fim específico e apóia, principalmente, o nível operacional da organização.
O Sistema Multiagente é formado por agentes inteligentes ou autônomos, que possuem um conjunto de capacidades comportamentais programadas para atuar em um ambiente. Os Agentes podem possuir várias aplicações entre elas simulações bélicas, robótica e treinamentos em geral; eles são capazes de identificar o ambiente e se moldarem de acordo com a finalidade proposta.
ERP (Enterprise Resource Planning) é uma sigla em inglês que significa Planejamento de Recursos Empresariais. Este termo representa sistemas de informação capazes de integrar os principais processos de uma organização. Cria-se um vínculo que permite uma interação natural entre as diferentes áreas e departamentos. Este tipo de sistema é complexo havendo necessidade de uma consultoria adequada. A implantação de um ERP tende a ser lenta devido à adequação do sistema a realidade da empresa. O treinamento dos usuários é fundamental para o sucesso.
CRM (Customer Relationship Management) é uma expressão que pode ser traduzida como Gestão de Relação com o Cliente. Trata-se de um sistema integrado com ferramentas automatizadas, que buscam criar e manter um bom relacionamento entre a empresa e seus clientes (foco na fidelização). Um CRM gera uma série de informações interessantes para adequação dos produtos e serviços as reais necessidades dos consumidores. Desta forma, os processos são moldados para um atendimento mais personalizado – livre de uma visão fragmentada.

sábado, 19 de maio de 2007

2ª aula

Entendida a importância dos Sistemas de Informação, principalmente, na tomada de decisão; cabe definir a maneira mais apropriada de organizar as informações de acordo com sua natureza. Os avanços são notáveis, quando pensamos em como os dados eram organizados nas empresas no passado. Os chamados Sistemas Tradicionais de Arquivo foram, por muito tempo, utilizados como única solução de armazenamento e seleção das informações devido à falta de recursos tecnológicos apropriados. A desestruturação tornou-se um problema crítico com o crescimento da demanda de produtos e serviços: quanto maior fosse a empresa, maior seriam seus arquivos e custos para mantê-los. Porém, é válido citar que, de acordo com a necessidade e realidade da empresa, os Sistemas Tradicionais de Arquivo representam uma solução mais do que viável.
Os Sistemas de Gerência de Banco de Dados (SGBDs) surgiram diante da necessidade de solucionar problemas provenientes da utilização dos Sistemas Tradicionais de Arquivo. O tratamento uniforme das informações de forma rápida e estruturada representou um dos maiores avanços para as necessidades da época. Ao mesmo tempo em que os SGBDs disponibilizavam uma série de ferramentas úteis, a migração era um paradigma a ser vencido de forma gradual e controlada. Afinal de contas, não se muda uma cultura de anos do dia para a noite. Porém, a evolução tecnológica permitiu e ainda permite diminuir os impactos da sua utilização.
A utilização dos SGBDs acabou por originar problemas de integração de dados, de acordo com o crescimento da demanda de informações no processo decisório. Os chamados Data Warehouses foram criados visando solucioná-los, tendo em vista que centralizava dados provenientes de sistemas internos e externos à organização. A alta capacidade de armazenamento e processamento das informações de forma segura e imutável, representou uma grande vantagem para o alto escalão das grandes e médias empresas usuárias deste tipo de banco de dados.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

1ª aula

A explanação da Professora Renata, inicialmente, deixou a turma ciente que um Sistema de Informação – não precisa ser necessariamente um software. Todo processo que envolva a entrada de dados e a saída de informações está englobado neste conceito.
Sistemas de Informação baseados em Tecnologia da Informação (TI) são importantes porque garantem a comunicação, organização, segurança, gerenciamento e velocidade no acesso as informações de forma mais efetiva – principalmente – para a tomada de decisão à nível tático e estratégico. Estas são apenas algumas vantagens que demonstram o porquê investir neste tipo de Sistema. A relação custo-benefício deve ser muito bem avaliada também, antes de se optar por um Sistema deste; principalmente, quando são integrados. A integração das bases de dados representa o melhor caminho para muitas empresas, porém cada caso deve ser analisado – abandonando o senso comum.
A confiabilidade e o discernimento das informações recebidas devem ser dosadas – quanto a utilidade e importância. Toda informação sem interesse deve ser descartada. O desafio de qualquer empresa é priorizar as informações críticas e mínimas, que garantem o funcionamento da empresa e uma gestão de sucesso respectivamente. As informações potenciais possibilitam ter aquele diferencial frente à concorrência e representam uma busca contínua. O comprometimento das pessoas é fundamental para a disseminação das informações no ambiente de trabalho. Demonstrar as vantagens para os envolvidos é premissa básica. Buscar a metodologia correta a ser adotada para cada grupo de pessoas é o desafio dos gestores. Os problemas enfrentados neste processo são, em sua maioria, sociológicos.
As pessoas responsáveis pelo nível estratégico de decisão estão antenadas com o ambiente externo e possuem uma visão macro do negócio. Elas traçam os rumos da empresa pelas diretrizes gerais. O nível tático ou gerencial, por sua vez, é intermediário: tem acesso a informações estratégicas e possui uma visão melhor da parte operacional do negócio. Por fim, o nível operacional possui uma visão limitada, porém detalhada das atividades que compõem os processos.
Empresas horizontais ou não-hierarquizadas já são realidade. A valorização do corpo operacional acaba sendo utilizada para o aumento da produtividade nestes casos. Porém, trata-se de um esquema hierárquico difícil de implantar em qualquer empresa; depende, muitas vezes, do tipo de negócio e cultura organizacional. Empresas virtuais são aquelas que funcionam graças a Tecnologia de Informação. Geralmente, não existem fisicamente e seus negócios são totalmente dependentes de Sistemas de Informação em TI. Economia de redes é a interação de pessoas com outras detentoras de conhecimento e influência, para disseminação de conhecimento e obtenção de vantagens competitivas.